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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Trabalho de campo

   Na interdisciplina de EJA, fizemos uma atividade de campo com entrevista a três professores que trabalham com o EJA, e pudemos perceber o quanto é gratificante o trabalho com os alunos que realmente querem se alfabetizar, que têm uma jornada exaustiva de trabalho e ainda tem força de vontade de estudar, trazendo sua experiência de vida para compartilhar uns com os outros, correndo atrás do aprendizado, pois a maioria deles  não puderam continuar os estudos, pois tinham que trabalhar para sustentar a família
Segundo Marta Kohl:
“...é importante mencionar ainda que a exclusão da escola coloca os alunos em situação de desconforto pessoal em razão de aspectos de natureza mais afetiva, mas que podem também influenciar a aprendizagem. Os alunos têm vergonha de freqüentar a escola depois de adultos e muitas vezes pensam que serão os únicos adultos em classes de crianças, sentindo-se por isso humilhados e tornando-se inseguros quanto a sua própria capacidade para aprender.”

Por isto precisamos valorizar a bagagem de conhecimento de vida, que cada um trás consigo, aproveitando este conhecimento para desenvolver o aprendizado destas pessoas.


REFERÊNCIAS:

HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, Set./Out./Nove./Dez.1999, n. 12, p.
59-73.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

DESAFIOS NA ALFABETIZAÇÂO DE ADULTOS SEGUNDO HARA

   Lendo o texto de Hara e assistindo aos vídeos, percebo  os desafios no ensino com o EJA, dificuldades em ensinar, alunos desmotivados, na maioria das vezes por jornadas exaustivas de trabalho, condições financeiras, que por isto priorizam o trabalho e a alimentação ao invés da educação.
            E os professores despreparados para o ensino do EJA, pois a grande maioria, leigos, que vão alfabetizar os alunos sem o mínimo preparo necessário para o bom desempenho, pois muitas vezes acreditam que ao usar um ou dois manuais seja suficiente para suprir os desafios em sala de aula.
            Porém é preciso respeitar o universo do educando, pois o homem é sujeito de sua aprendizagem e vai construindo seus conhecimentos em diferentes momentos da vida e a escrita é um destes conhecimentos.
            Todo ser humano sabe algo, então nós educandos  temos que auxiliar a melhorar  este conhecimento, respeitar o que cada um já sabe e contribuir para um aumento de autonomia e o convívio entre as trocas de conhecimento, verificando o que cada um já sabe para a elaboração da escrita, pois a maioria das pessoas possui conhecimento da escrita, através de encartes, propaganda, o seu nome, o que torna mais fácil seu aprendizado.Sendo assim nós educadores, precisamos observar o que cada aluno traz consigo, para promover o bom desempenho desta aprendizagem.


REFERÊNCIAS:

HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992.

sexta-feira, 23 de março de 2018

EJA

   Na interdisciplina de Jovens e Adultos no Brasil, verificamos que poucos dos nossos colegas, têm experiência com a EJA.
   A EJA procura atender a demanda de trabalhadores e de tantos outros segmentos sociais, como donas de casa, aposentados, encarcerados.É considerada como uma entrada tardia no sistema educacional, possibilitando o indivíduo se incluir na sociedade através do acesso a escolarização e oportunidades melhores para crescer como pessoa e profissionalmente.

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